Casas rústicas e casas madeira

Aconchegantes casa de madeira 


Quartos










Salas de estar









Cozinhas






Varandas 


Pinterest

Santo Antonio o" santo casamenteiro"

Ele nasceu na cidade de Lisboa, Portugal, em 1195. 
Seu nome de batismo era Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo. Frade franciscano, contemporâneo de São Francisco de Assis. Foi ordenado sacerdote em 1220. No mesmo ano ingressou na Ordem Franciscana, partindo logo depois para Marrocos. Acometido por uma enfermidade durante a viagem viu frustrados os seus planos de missionário no meio dos não-crentes. Foi cozinheiro e levou vida completamente obscura. Percorreu a Europa combatendo os erros doutrinários de sua época. Em 1229 partiu para Pádua, para o convento de Arcella. Morreu em 13 de junho de 1231, aos 36 anos.



Hoje é dia de Santo Antonio ,um  dos santos mais popular do Brasil 
e também o santo casamenteiro.

Para os namorados




O dia dos namorados é uma data especial

Seu surgimento foi em homenagem aos deuses Juno e Lupercus, conhecidos como os protetores dos casais. No dia 15 de fevereiro, faziam uma festa a estes, agradecendo a fertilidade da terra, os rapazes colocavam nomes de moças em papeizinhos para serem sorteados. O papel retirado seria o nome de sua esposa.
Como muitos casais apaixonados eram impedidos por suas famílias de casarem-se, um padre de nome Valentino passou a realizar matrimônios às escondidas, quando os casais fugiam, para que não ficassem sem receber as bênçãos de Deus.
Com isso, o dia 14 de fevereiro passou a ser considerado o dia de São Valentin (Valentine’s Day), em homenagem ao padre, sendo comemorado nos Estados Unidos e na Europa como o dia dos namorados.
A divulgação da data no Brasil foi feita pelo empresário João Dória, que havia chegado do exterior. Representantes do comércio acharam uma ótima ideia para aquecer as vendas e escolheram o dia 12 de junho para ser o dia dos namorados em nosso país. A data foi escolhida às vésperas do dia de santo Antônio, o santo casamenteiro.

O dia dos namorados já está aí mas ainda
 dá tempo de seguir algumas dicas;



Ofereça flores .As mulheres gostam de ganhar  flores
.
Coloque um bilhetinho dizendo quanto a ama


Ofereça um gostoso café da manhã na cama.Serve para os dois

Prepare este visual com champanhe .Também serve para os dois


Uma mesa bem bonita para um jantar  


Alugue um filme bem romântico e assista em baixo do cobertor ou
em frente  à uma lareira com direito a um chocolate quente  ou um bom vinho

Você ainda poderá fazer este lindo bolo



Você precisará de um bolo pronto quadrado e outro redondo com   a massa fria.


Para montar o bolo do Dia dos Namorados, corte o bolo redondo pela metade. Coloque o bolo quadrado sobre a travessa na qual você irá montar o bolo, na forma de diamante. Depois coloque cada uma das metades do bolo redondo em um dos lados do bolo quadrado. Assim:
Agora você pode cortar cada parte do bolo pela metade e recheá-las, quando estiverem prontas, use um pouco do recheio para “colar” as metades redondas no bolo quadrado.
Pronto, agora você já sabe como fazer um bolo de coração. Chegou a hora de colocar a cobertura no bolo. Se você for habilidosa pode usar a pasta americana, como na foto da manchete. Mas se não for, sempre pode colocar muito chocolate preto por cima e fazer listras com o chocolate branco.





O dia dos namorados está chegando


Amar!

Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente...
Amar! Amar! E não amar ninguém!


Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!



Há uma primavera em cada vida:

É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!


E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...


Florbela Espanca

Esculturas na parede

Descobri este artista na net , achei interessante  e diferente este trabalho e resolvi postar.
Tom Moberg americano de Austin,Texas faz estas  grandes   esculturas de parede, com motivos de animais árvores ,paisagens e etc...






 Linda esta cachoeira ao lado da escada






Vibração


                                             Vladimir Valegov-pintor
Gosto de me perder ,assim me reencontro
Gosto que o vento brinque com meus cabelos e meus pé me guiem por caminhos bonitos
assim meu sorriso cresce e minha menina dança.
Gosto se sentir o sol aquecendo a pele e o amor me espiando
assim minha alma agradece e
conforta-se...
Gosto de ver como as coisas são transitórias, mas são as mesmas 
Os grãos de arreia mudam com o vento , se reagrupam e ainda  assim são dunas...
ou   são o caminho , a margem ou fundo do mar...
Há beleza na  desconstrução...
Sou um grãozinho, uma gota...sou  o universo.
Pretensão   ?
Não. Sensação...
Meu corpo sente o peso da caminhada,
mas assim ,só assim
Minha alma vibra  o sentido de estar aqui....
Fragmentada ou inteira.
Carolina Salcides


Impertinências



Algumas preciosidades morrem baixinho, em dégrade

. Como morrem as tardes. Como morrem as flores. Como morrem as ondas. Quando a gente percebe, já é noite e o céu, se está disposto a falar, diz estrelas. Quando a gente percebe, as pétalas já descansam o seu sorriso no colo do chão. Quando a gente percebe, o canto da onda já enterneceu a areia. Muitas dádivas que nos encontram, que nos encantam, têm seu tempo de viço, sua hora de recado, e seu momento de transformação em outro jeito de lindeza.


A noite também é bela do jeito dela. As pétalas caídas viram húmus para fertilizar o solo que dirá a vez de outras flores sorrirem. A areia molhada conta a canção da onda e da sua acolhida terna para a nossa vida descalça. Lutar contra a impermanência das coisas é feito tentar prender o azul macio das tardes, segurar o viço risonho das flores, amordaçar as ondas. É inútil.
Ana Jacomo


Almoço de domingo

Uma receita para o almoço de domingo
Costelinha  de forno com molho de tangerina e tomilho


800g a 1 kg de costelinhas de porco
2 c.sopa de massa de alho
2 c.sopa de massa de pimentão
1 c.sobremesa de mostarda
1 c.sobremesa de mel
1 dl de azeite
1 dl de vinho branco
5 tangerinas cortadas às rodelas finas
1 raminho de tomilho fresco
2 folhas de louro
sal e pimenta q.b.


preparação

1. começar por preparar uma marinada para a carne: numa tigela, misturar a massa de alho e pimentão, a mostarda, o mel, as folhas de louro, sal, pimenta e regar com o azeite e metade da medida de vinho branco
2. colocar as costelinhas numa travessa e barrar bem com este preparado
3. salpicar com uma parte do tomilho fresco, cobrir com película aderente e deixar marinar, à temperatura ambiente, durante 2 horas
4. ligar o forno à temperatura de 200ºC e salpicar o fundo de uma assadeira com azeite
5. dispor as rodelas de tangerina no fundo e colocar por cima a carne
6. espremer o sumo dos cantos da tangerina para a carne, regar com o restante vinho e salpicar com o resto do tomilho
7. levar ao forno até as costelinhas estarem bem douradinhas (mais ou menos 30 a 40 minutos)
8. acompanhar com legumes (brócolos e cenouras às rodelas, por exemplo) e batatinhas salteadas em azeite.

http://fabricocaseiro.blogspot.pt/search

Depois uma deliciosa sobremesa

Arroz doce cremoso


Ingredientes
250g de Arroz Carolino
450g de Açúcar
6 gemas de Ovo
3 cascas de Limão
2 paus de Canela
50g de Manteiga
0,5 l de Água
1 chávena de chá de Leite
1700 ml de Leite
Sal q.b.
Canela em pó q.b.


Preparação 
1. Numa panela, leve ao fogo brando a água e o arroz. Tempere com um pouco de sal e deixe cozer até a água secar.

2. Depois da água evaporar, junte a manteiga, as cascas de limão, os paus de canela e o leite. Mexa e deixe cozer durante 30 minutos. Mexa de vez em quando para não agarrar no fundo. Passados os 30 minutos acrescente o açúcar.

3. Dissolva as gemas com a chávena de leite. Enquanto mexe, junte as gemas ao arroz e quando começar a borbulhar apague o fogo

4. Depois de servido em taças, leve o arroz doce ao frigorifico. Depois de frio, polvilhe com canela e está pronto a servir.
 Fonte:Pratos que falam-Receitas Portuguesas

Parabéns à todas as amigas costureiras!



















Poema de Pablo Neruda

Poema 20


                                       Alex Alemany-Pintor
Poema 20

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.

Escrever, por exemplo: “A noite está estrelada,
e piscam, azuis, os astros, ao longe”.

O vento da noite gira no céu e canta.

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu a quis, e às vezes ela também me quis.

Nas noites como esta,  tive-a entre meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.

Ela me desejou, e às vezes eu também a desejava.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que a perdi.

Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.

Que importa que o meu amor não pudesse guardá-la?
A noite está estrelada e ela não está comigo.

Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
Minha alma não se conforma por havê-la perdido.

Como que para aproximá-la, meu olhar a procura.
O meu coração a procura, e ela não está comigo.

A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós, os de então, já não somos os mesmos.

Já não a desejo, é verdade, mas como a desejei…
Minha voz buscava o vento para tocar seu ouvido.

De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
Sua voz, seu corpo claro. Seus olhos infinitos.

Já não a desejo, é verdade, mas talvez a deseje…
É tão curto o amor, e tão longo o esquecimento…

Porque em noites como esta tive-a entre meus braços,
minha alma não se conforma por tê-la perdido.

Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que eu lhe escrevo.

( Pablo Neruda )

O meu soneto


O meu Soneto


O Meu Soneto Em atitudes e em ritmos fleumáticos,
Erguendo as mãos em gestos recolhidos,
Todos brocados fúlgidos, hieráticos,
Em ti andam bailando os meus sentidos...

E os meus olhos serenos, enigmáticos
Meninos que na estrada andam perdidos,
Dolorosos, tristíssimos, extáticos,
São letras de poemas nunca lidos...

As magnólias abertas dos meus dedos
São mistérios, são filtros, são enredos
Que pecados d´amor trazem de rastros...

E a minha boca, a rútila manhã,
Na Via Láctea, lírica, pagã,
A rir desfolha as pétalas dos astros!..
Florbela Espanca
–